sexta-feira, 9 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Uma história para elevar o coração sobre a coragem animal
Você precisa conhecer Molly....

Esta é Molly. Ela é uma égua salpicada de cinza que
foi abandonada pelos seus donos quando o furacão
Katrina atingiu o sul da Louisiana. Ela passou semanas
perambulando solta antes de finalmente ter sido resgatada e levada
a uma fazenda onde animais abandonados estavam aglomerados..
Enquanto esteve lá, ela foi atacada por um cão pitbull terrier
e quase morreu. Sua pata direita dianteira mordida se
infecionou, e seu veterinário buscou ajuda na LSU, mas a
LSU estava sobrecarregada, e esta égua estava abandonada.
Você sabe como estas coisas são.
Mas após o cirurgião Rustin Moore encontrar Molly,
ele mudou de idéia. Ele observou como a égua era cuidadosa
ao se deitar em lados diferentes para não desenvolver
feridas, e como ela deixava que as pessoas cuidassem
dela. Ela protegia sua pata machucada, mudando
constantemente seu peso para não sobrecarregar
a pata boa. Ela era um animal inteligente com uma
grande ética de sobrevivência.
Moore concordou em amputar sua pata abaixo do joelho,
e construiram um membro artificial temporário. Molly
saiu caminhando da clínica e sua história
realmente começa aqui.
"Este era o cavalo certo com um dono certo" -
Moore insiste. Molly foi uma paciente especial.
Ela era muito resistente, mas ao mesmo tempo doce,
e tentava colaborar mesmo sentindo dor.
Ela compreendia que estava em dificuldades. Além do
mais, conseguiu uma nova dona que realmente se dedicou
a providenciar os cuidados diários necessários
por toda a vida do animal.
A história de Molly tornou-se uma parábola de vida na
Louisiana pós-Katrina....
Esta pequena égua ganhou peso e
sua crina ganhou mãos que a penteasse.
Um desenhista de prótese humana construiu sua perna.
O protético deu à Molly uma nova vida,
diz Dra. Allison Barca, veterinária de Molly.
E ela pede ajuda. Ela estende sua pata amputada,
e vem até você pedindo que coloque a prótese
no lugar. Algumas vezes ela quer que a prótese seja retirada.
E algumas vezes, Molly se afasta da Dra. Barca
- Pode ser bem complicado quando você não consegue
pegar um cavalo de três patas - ela diz rindo.
O mais importante de tudo - Molly tem um novo trabalho.
Kay a proprietária da fazenda de resgate
começou a levar Molly a abrigos, hospitais, asilos e centros de
reabilitação em qualquer lugar onde ela via que as pessoas
precisavam de esperança. Aonde Molly ia, ela mostrava às
pessoas sua pata. Ela inspirava as pessoas e
se divertia fazendo isso.
- É óbvio que Molly tem um grande papel a desempenhar
na vida - Moore disse. Ela sobreviveu ao furacão,
já sobreviveu a um grave ferimento e agora está
passando esperança para outras pessoas.
Dra. Barca concluiu: "Ela ainda não voltou ao normal,
mas está melhorando cada vez mais... Para mim, ela
é símbolo de força e coragem."

Esta é a prótese mais recente de Molly. A foto
abaixo mostra a face que toca o solo,
onde uma carinha sorridente foi gravada... Aonde
Molly for, ela deixa uma pegada de casco sorridente
no chão.

sexta-feira, 2 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
:)
terça-feira, 30 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
Irena Sendler

Irena Sendler
Uma senhora de 98 anos chamada Irena acabou de falecer.
Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações.
Mas os seus planos iam mais além... Sabia quais eram os planos dos nazis relativamente aos judeus (sendo alemã!)Irena trazia meninos escondidos no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira, na parte de trás da sua camioneta (para crianças de maior tamanho).
Também levava na parte de trás da camioneta, um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto.
Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruido que os meninos pudessem fazer.
Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.
Por fim os nazis apanharam-na e partiram-lhe ambas as pernas e os braços e prenderam-na brutalmente.
Irena mantinha um registo com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma arvore no seu jardim.
Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a familia. A maioria tinha sido levada para as camaras de gás.
Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adoptivos.
Foi proposta para receber o Prémio Nobel da Paz... mas não foi seleccionada: quem o recebeu foi Al Gore por uns diapositivos sobre o Aquecimento Global
Não permitamos que alguma vez, esta Senhora seja esquecida!!
In MEMORIAM- 63 YEARS LATER In Memoriam - 63 anos depois
Por favor, leia atentamente o cartoon mostrado abaixo pela mensagem que passa, es impactante. Depois lê os comentários finais.
ESTÁ TRADUZIDO MAiS ABAixO!
Estou transportando o meu grão de areia, reenviando esta mensagem.
Menina:Tenho que lhe dizer uuma coisa, senhor... Tem no seu braço uma tatuagem sem graça nenhuma. É só um montão de numeros.
Senhor: Bem teria a tua idade quando ma fizeram. Mantenho-a como uma recordação.
Menina: Oh! ... Uma recordação de dias mais felizes?
Senhor: Não, de um tempo em que o mundo ficou louco. "Imagína-te a ti mesma num país em que os teus compatriotas seguem a voz de um político extremista que não gostava da tua religião. Imagína que te tiravam tudo, que enviavam toda a tua familia para um campo de concentração, para trabalhar como escravos, e ser assassinados sistemáticamente.
Nesse sitio te tiravam até o teu nome para ser substituido por um número tatuado no teu braço. Chamou-se a isso O Holocausto, quando milhões de pessoas foram mortas só pelas sua crenças religiosas..."
Menina: Então tu usas essa tatuagem para recordares o perigo das políticas extremistas!
Senhor: Não, querida. É para que tu o recordes. Passaram já mais de 60 anos, desde que terminou a 2ª Guerra Mundial na Europa.
Este e-mail está a se reenviando como uma cadeia comemorativa, em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos e 1.900 sacerdotes católicos que foram assassinados, massacrados, violados, motos á fome e humilhados com os povos da Alemanha e Russia olhando para o outro lado Agora, máis que nunca, com o Iraque, Irão e outros proclamando que O Holocausto é um mito, é imperativo assegurar que o Mundo nunca esqueça. A intenção deste e-mail é chegar a 40 milhões de pessoas em todo o mundo Une-te a nós e sê mais um elo desta cadeia comemorativa e ajuda a distribui-la por todo o mundo..
Por favor, envía este e-mail às pessoas que conheces e pede-lhes que não interrompam esta cadeia.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Rifas para ajudar os cães de Albergaria :)

Olá amiguinhos humanos,
Como sabem, a minha dona ajuda animais abandonados que encontra e que estão na Associação da nossa terra.
As necessidades são muitas e cada vez mais a dona e as outras "Tias" da Associação têm mais dificuldade em ajudar os nossos amigos patudinhos.
A dona lembrou-se de fazer umas rifas para vender e angariar donativos para pagar algumas contas de veterinária e esterilizações....infelizmente os patudos abandonados são cada vez mais....o que implica mais gastos em tudo:(
"Eu achei uma optima ideia dona, de certeza que vais conseguir!Só custam uma moeda de euro e podem ganhar uma prenda!Eu compro-te uma, a Petinha compra outra e a Migalha outra!
Se ganharmos o prémio.....hum....a nós não dá muito jeito mas.....alguém lá em casa vai dar-lhe utilidade né? :):):):)"
E voçês amiguinhos ajudem a dona a ajudar os patudinhos.....
Eu explico:
Cada pessoa faz uma transferência de 1,2,3,.... euros(coforme a quantidade que quer comprar)para o
001800031680957602006
Santander totta- Mafalda Simões
envia o comprovativo da transferência com o nome e contacto para o mail: aspanamaf@hotmail.com
Quando a dona receber o vosso mail, envia-vos outro com a rifa(s) comprada(s).
Auf ?
Lambidelas amigos e obrigada pela ajuda:)
Iris, Petinha Gôda e D. Migalha
Como sabem, a minha dona ajuda animais abandonados que encontra e que estão na Associação da nossa terra.
As necessidades são muitas e cada vez mais a dona e as outras "Tias" da Associação têm mais dificuldade em ajudar os nossos amigos patudinhos.
A dona lembrou-se de fazer umas rifas para vender e angariar donativos para pagar algumas contas de veterinária e esterilizações....infelizmente os patudos abandonados são cada vez mais....o que implica mais gastos em tudo:(
"Eu achei uma optima ideia dona, de certeza que vais conseguir!Só custam uma moeda de euro e podem ganhar uma prenda!Eu compro-te uma, a Petinha compra outra e a Migalha outra!
Se ganharmos o prémio.....hum....a nós não dá muito jeito mas.....alguém lá em casa vai dar-lhe utilidade né? :):):):)"
E voçês amiguinhos ajudem a dona a ajudar os patudinhos.....
Eu explico:
Cada pessoa faz uma transferência de 1,2,3,.... euros(coforme a quantidade que quer comprar)para o
001800031680957602006
Santander totta- Mafalda Simões
envia o comprovativo da transferência com o nome e contacto para o mail: aspanamaf@hotmail.com
Quando a dona receber o vosso mail, envia-vos outro com a rifa(s) comprada(s).
Auf ?
Lambidelas amigos e obrigada pela ajuda:)
Iris, Petinha Gôda e D. Migalha
quinta-feira, 4 de março de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Muito Boa!

Um cão velho e com olhar cansado estava andando pela rua e entrou no meu jardim.
Eu pude ver, pela coleira e seu pêlo brilhante, que ele era bemalimentado e bem cuidado.
Ele andou calmamente até mim e eu o agradei.
Então ele me seguiu e entrou em minha casa.
Passou pela sala, entrou no corredor, deitou-se em um cantinho e dormiu.
Uma hora depois ele foi para a porta e eu o deixei sair.
No dia seguinte ele voltou, fez "festinha" para mim no jardim, entrou em minha casa e novamente dormiu por uma hora no cantinho do corredor.
Isso se repetiu por várias semanas.
Curioso, coloquei um bilhete em sua coleira:
"Gostaria de saber quem é odono deste lindo e amável cachorro, e perguntar se você sabe que ele vem até a minha casa todas as tardes para tirar uma soneca."
No dia seguinte ele chegou para sua habitual soneca, com um outro bilhete na coleira:
"Ele mora em uma casa com 6 crianças, 2 das quais têm menos de 3anos - provavelmente ele está tentando descansar um pouco.
Posso ir com ele amanhã???"
Eu pude ver, pela coleira e seu pêlo brilhante, que ele era bemalimentado e bem cuidado.
Ele andou calmamente até mim e eu o agradei.
Então ele me seguiu e entrou em minha casa.
Passou pela sala, entrou no corredor, deitou-se em um cantinho e dormiu.
Uma hora depois ele foi para a porta e eu o deixei sair.
No dia seguinte ele voltou, fez "festinha" para mim no jardim, entrou em minha casa e novamente dormiu por uma hora no cantinho do corredor.
Isso se repetiu por várias semanas.
Curioso, coloquei um bilhete em sua coleira:
"Gostaria de saber quem é odono deste lindo e amável cachorro, e perguntar se você sabe que ele vem até a minha casa todas as tardes para tirar uma soneca."
No dia seguinte ele chegou para sua habitual soneca, com um outro bilhete na coleira:
"Ele mora em uma casa com 6 crianças, 2 das quais têm menos de 3anos - provavelmente ele está tentando descansar um pouco.
Posso ir com ele amanhã???"
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Atitude louvável da dona da LUA - PARA QUE SIRVA DE EXEMPLO!!!
À Exmaª Administração do Condomínio
26 de Janeiro de 2010
Assunto: Animais de Companhia
Acerca do conteúdo da carta dirigida a todos os condóminos sobre o assunto em epígrafe, datada de 18-01-2010, cumpre-me tecer os seguintes comentários:
Na minha fracção autónoma ou propriedade privada, existe de facto um animal de estimação ou de companhia mas que, contrariamente às afirmações constantes no 1º parágrafo, cuja veracidade questiono seriamente, não emite nem “latidos” nem “uivos” durante a noite, usando a expressão utilizada na referida carta.
Desminto peremptoriamente a acusação que me foi dirigida e faço-o com pleno conhecimento de causa e em abono da verdade.
Desminto porque eu própria posso constatar que tal incidência não se verifica, e constato porque, regra geral, estou presente na minha residência desde as 18h00 até às 08h15 sensivelmente, porque a partir desta hora sou obrigada a ausentar-me para cumprir os meus deveres profissionais, uma vez que faço parte da população activa que contribui para o PIB nacional.
Pronunciando-me agora acerca dos ruídos (incluindo uivos e latidos, obviamente) produzidos durante o dia, devo lembrar a Administração de que, na sociedade em que vivemos, é perfeitamente normal e até necessário que se produzam ruídos durante o período diurno. É um facto que devemos ter sempre presente, enquanto cidadãos.
Salvo raras excepções, é precisamente neste período que a população pode e deve executar as suas actividades.
É durante o dia, com ressalva das excepções, que nos encontramos completamente despertos e que nos expressamos de acordo com a nossa natureza, ou seja, os humanos falam, os gatos miam e os cães ladram, observando deste modo, as mais básicas leis naturais.
Quem estas leis naturais não entende nem aceita, quem as não respeita ou contradiz, criticando e questionando; quem estas leis não suporta e pretende limitar ou condicionar, infelizmente, sofre de um mal grave!
Sofre de um mal tão grave que se torna responsável por muitos desentendimentos;
Sofre de um mal tão grave que perturba a vivência pacífica e amistosa entre as pessoas;
Sofre de um mal tão grave que pode até originar conflitos de consequências desastrosas.
Esse mal tem o nome de INTOLERÂNCIA.
A Intolerância anda quase sempre associada ao abuso de direito, isto porque, normalmente, as pessoas intolerantes são incapazes de distinguir a fronteira que separa os seus próprios direitos dos direitos alheios. Normalmente, quem sofre de intolerância tem a pretensão de que o mundo gira exclusivamente à sua volta; quem sofre de intolerância julga erradamente que tudo pôr e dispor a seu bel-prazer.
Felizmente existe quem tenha coragem de os contrariar.
E então, coloco eu esta questão aos condóminos queixosos:
- Quantas vezes foram já acordados durante o descanso nocturno, pelos latidos e uivos emitidos pelo meu animal de estimação ou de companhia?
No seguimento desta minha questão, deixo então este convite:
- Sempre que tal suceda, têm os condóminos queixosos, total liberdade para tocarem à campainha da minha porta; se tal ocorrer tomarei as medidas necessárias para que a causa perturbadora e incomodativa do sossego e da tranquilidade cesse de imediato.
Na minha opinião, é muito mais eficaz resolver determinadas situações caso a caso e na hora certa, pessoal e directamente com os responsáveis ao invés de recorrer ao auxílio e intervenção da Administração para que esta assuma o papel de mero transmissor de “recados”.
Entendo que a Administração terá certamente outros assuntos mais importantes a tratar, aqueles que atendendo à sua natureza se enquadrem na sua esfera exclusiva de competências e actuações.
Não é o caso.
Quero também deixar bem claro, que não permito que a Exma. Administração coloque em causa, questione, ou faça apelos ao meu bom senso, tal como fez no último parágrafo da dita carta, porque tal é considerado e interpretado como um insulto ou uma provocação.
Se a Administração entender tomar partido, ou se pretende tomar as dores dos outros (utilizando uma expressão sobejamente conhecida) deverá fazê-lo com toda a discrição, cautelosamente e de forma mais objectiva sem ferir a integridade intelectual de ninguém e evitando considerações pessoais e subjectivas. Isto porque é expectável que a Administração actue sempre com Isenção.
Recomendo a leitura atenta do Regulamento Geral do Ruído, publicado no Diário da República, 1ª série – Nº 12, no dia 17 de Janeiro de 2007 (documento que anexo a esta carta) para que este assunto fique indubitável e definitivamente esclarecido, isto porque, salvo verdadeiras e fortes razões que o justifiquem, não quero voltar a ser importunada com situações deste género.
Aproveito a oportunidade e junto o texto completo da DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL.
Respeitosamente
Dina Maria Batalha Mesquita
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
"Xerife"

O tempo, neste momento, não importa.
Se importasse, eu diria que foi um segundo, tamanha a alegria, camaradagem, amor, lealdade, amizade e, consequentemente, satisfação de termos convivido, nesta vida, com Xerife.
Foi um ciclo de sete anos completíssimo e super bem vivido.
Na realidade, agora o tempo demora mais para passar... Xerife se foi.
Já não mora mais neste planeta.
Para muitas pessoas não passava de um animal.
Um Mini Pinscher, um cão, um cachorro, afinal.
Para nós, era membro efetivo da família.
Jamais usou coleira ou guia.
Não era preciso. Ele sabia se comportar, tinha disciplina e conteúdo em seus relacionamentos. Não importava se com humanos ou com outros animais.
Quando eu chegava em casa, era o primeiro a me esperar. Logo "conversava" comigo, pois sua comunicação era diferente dos usuais latidos. Parecia que queria me comentar sobre o seu dia, o que havia feito e como tudo estava em casa.
Deste instante para frente era a minha sombra...
Era meu leal companheiro e acima de tudo nosso guarda.
E foi exatamente por isso que ele se foi. Por guardar bravamente o nosso território...
Um pastor alemão entrou em nosso quintal e ele foi "nos defender"... Sua lealdade era tão grande que ele esqueceu seu minúsculo tamanho.
Ele se foi. E o vazio se fez presente.
Fiquei pensando, entre minhas lágrimas e um profundo estado de "oco"...
O que será que eu tenho que aprender com isso?
Meditei muito... Recitei muito Mantra...
Confesso que a revolta também se fez presente.
Mas aos poucos a temperança foi retornando.
- Em primeiro lugar aprendi que lealdade é uma coisa que não tem preço e que não se compra em supermercados ou farmácias.
É preciso sentir; vir de dentro para fora e jamais da cabeça para o bolso.
Ser leal é uma consequência da atitude, do caráter e não de bolso.
- Em segundo que, por ter princípios budistas em minha vida, eu estou sendo egoísta. Queria Xerife sempre para mim. Não tenho este direito. O Xerife pertence a ele e a mais ninguém.
- Terceiro ponto: saudade é um sentimento egoísta. Talvez este tenha sido, de todos os sentimentos que tive, na perda do Xerife, o mais importante para assimilar.
Aprendi que nós somos egoístas e que saudade é uma coisa que se sente quando estamos vazios em sentimentos.
Total ausência de conteúdo interno, bem como possuidores de uma opaca e somente momentânea sabedoria. Esqueci de ver que ele não sofreu para desencarnar. Esqueci de analisar que ele passou exatamente um ciclo comigo. Esqueci que era sua hora e que eu não tinha o direito de impedir. Ele tem o seu caminho, eu tenho o meu, você tem o seu. Mas sua ausência é mais forte que minha capacidade, agora, de entender plenamente tudo isso.
- Quarto: que a vida precisa ser vivida de forma intensa a cada segundo. Não se pode deixar para amanhã a demonstração de carinho que se sente hoje. Tudo tem que ser exato e verdadeiro. Nisso Xerife foi um felizardo. Jamais nossa casa admitiu que ele se sentisse apenas um simples animal. Nuca deixamos de lhe expressar o amor que sentíamos. Tenho certeza de que, enquanto viveu conosco, ele se sentia feliz e valorizado. Não deixei nada inacabado por fazer com o Xerife.
- Quinto: estou vazio, oco e sem vontade de voltar para casa... Sei que isso não é certo. Xerife está me ensinando, depois que se foi, que a vida precisa ser mais entendida do que simplesmente vivida. Que nossos valores precisam ser aplicados exatamente nesta hora, onde o chão fica também feito uma bolha...
- Sexto: que nossas verdades sempre serão colocadas em teste. E é neste momento que temos que demonstrar todo o nosso conhecimento e preparo, superando o vazio com muita cautela, calma e sobriedade.
Saber decifrar os sinais que a vida nos apresenta.
- Sétimo: fui uma pessoa de sorte. Xerife foi "O CARA". Conviver com ele foi um privilégio que poucos nesta vida conseguem desfrutar. Ele me ensinou que só poderia ser considerado cachorro por pessoas que não sabem ver, entender, ler e se permitir aprender com ele.
- Oitavo, que VALEU A PENA, mesmo que tenha sido o sentimento de apenas "um segundo", como me referi acima. Jamais terei um animal com este nome.
Xerife só existiu Um: Ele.
Finalmente, confesso que preciso aprender a deixar de ser egoísta e que foi o Professor Xerife que me ensinou isso. Saudade é um sentimento egoísta... Quem aplica a filosofia Budista em sua vida sabe que isso não é correto.
Nossa felicidade não está no outro, mas sim em nós mesmos.
Xerife, sei que nos veremos.
Cuide-se, meu amigo, agora é por você.
Beijo na sua linda alma
Se importasse, eu diria que foi um segundo, tamanha a alegria, camaradagem, amor, lealdade, amizade e, consequentemente, satisfação de termos convivido, nesta vida, com Xerife.
Foi um ciclo de sete anos completíssimo e super bem vivido.
Na realidade, agora o tempo demora mais para passar... Xerife se foi.
Já não mora mais neste planeta.
Para muitas pessoas não passava de um animal.
Um Mini Pinscher, um cão, um cachorro, afinal.
Para nós, era membro efetivo da família.
Jamais usou coleira ou guia.
Não era preciso. Ele sabia se comportar, tinha disciplina e conteúdo em seus relacionamentos. Não importava se com humanos ou com outros animais.
Quando eu chegava em casa, era o primeiro a me esperar. Logo "conversava" comigo, pois sua comunicação era diferente dos usuais latidos. Parecia que queria me comentar sobre o seu dia, o que havia feito e como tudo estava em casa.
Deste instante para frente era a minha sombra...
Era meu leal companheiro e acima de tudo nosso guarda.
E foi exatamente por isso que ele se foi. Por guardar bravamente o nosso território...
Um pastor alemão entrou em nosso quintal e ele foi "nos defender"... Sua lealdade era tão grande que ele esqueceu seu minúsculo tamanho.
Ele se foi. E o vazio se fez presente.
Fiquei pensando, entre minhas lágrimas e um profundo estado de "oco"...
O que será que eu tenho que aprender com isso?
Meditei muito... Recitei muito Mantra...
Confesso que a revolta também se fez presente.
Mas aos poucos a temperança foi retornando.
- Em primeiro lugar aprendi que lealdade é uma coisa que não tem preço e que não se compra em supermercados ou farmácias.
É preciso sentir; vir de dentro para fora e jamais da cabeça para o bolso.
Ser leal é uma consequência da atitude, do caráter e não de bolso.
- Em segundo que, por ter princípios budistas em minha vida, eu estou sendo egoísta. Queria Xerife sempre para mim. Não tenho este direito. O Xerife pertence a ele e a mais ninguém.
- Terceiro ponto: saudade é um sentimento egoísta. Talvez este tenha sido, de todos os sentimentos que tive, na perda do Xerife, o mais importante para assimilar.
Aprendi que nós somos egoístas e que saudade é uma coisa que se sente quando estamos vazios em sentimentos.
Total ausência de conteúdo interno, bem como possuidores de uma opaca e somente momentânea sabedoria. Esqueci de ver que ele não sofreu para desencarnar. Esqueci de analisar que ele passou exatamente um ciclo comigo. Esqueci que era sua hora e que eu não tinha o direito de impedir. Ele tem o seu caminho, eu tenho o meu, você tem o seu. Mas sua ausência é mais forte que minha capacidade, agora, de entender plenamente tudo isso.
- Quarto: que a vida precisa ser vivida de forma intensa a cada segundo. Não se pode deixar para amanhã a demonstração de carinho que se sente hoje. Tudo tem que ser exato e verdadeiro. Nisso Xerife foi um felizardo. Jamais nossa casa admitiu que ele se sentisse apenas um simples animal. Nuca deixamos de lhe expressar o amor que sentíamos. Tenho certeza de que, enquanto viveu conosco, ele se sentia feliz e valorizado. Não deixei nada inacabado por fazer com o Xerife.
- Quinto: estou vazio, oco e sem vontade de voltar para casa... Sei que isso não é certo. Xerife está me ensinando, depois que se foi, que a vida precisa ser mais entendida do que simplesmente vivida. Que nossos valores precisam ser aplicados exatamente nesta hora, onde o chão fica também feito uma bolha...
- Sexto: que nossas verdades sempre serão colocadas em teste. E é neste momento que temos que demonstrar todo o nosso conhecimento e preparo, superando o vazio com muita cautela, calma e sobriedade.
Saber decifrar os sinais que a vida nos apresenta.
- Sétimo: fui uma pessoa de sorte. Xerife foi "O CARA". Conviver com ele foi um privilégio que poucos nesta vida conseguem desfrutar. Ele me ensinou que só poderia ser considerado cachorro por pessoas que não sabem ver, entender, ler e se permitir aprender com ele.
- Oitavo, que VALEU A PENA, mesmo que tenha sido o sentimento de apenas "um segundo", como me referi acima. Jamais terei um animal com este nome.
Xerife só existiu Um: Ele.
Finalmente, confesso que preciso aprender a deixar de ser egoísta e que foi o Professor Xerife que me ensinou isso. Saudade é um sentimento egoísta... Quem aplica a filosofia Budista em sua vida sabe que isso não é correto.
Nossa felicidade não está no outro, mas sim em nós mesmos.
Xerife, sei que nos veremos.
Cuide-se, meu amigo, agora é por você.
Beijo na sua linda alma
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
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